sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

TOP 5 2011

Um ano intenso, como todos os outros. Os acontecimentos se sucedem, essa é a ordem natural. Talvez a maior lembrança de 2011 resida na criação do Gato Gordo, mas sim, há algumas outras coisinhas que deverão constar. Veja a eleição do blog sobre os cinco maiores fatos decorrentes dos últimos 365 dias.

5) Morte de Amy Winehouse. O mundo perdeu uma estrela. Uma estrela se perdeu para as drogas. A música perdeu um talento. Lamentavelmente fica a idéia que "aqueles que morreram foram os melhores". Evidente que foram. Pereceram no auge, não tiveram fases ruins, de vacas magras. Assim, qualquer análise ficaria difícil. Kurt Cobain seria amado do que jeito que é se não tivesse acontecido sua morte trágica? Não sei, mas creio que não. Independente da fama fica a tristeza por uma jovem de vinte e sete anos que adentrou caminhos obscuros. Recebeu o que não desejava, mas o que merecia.

4) Tsunami no Japão: minha tese na faculdade, a qual dei um destaque especial há algumas semanas, trata bastante desse assunto. Tsunamis e terremotos começarão a ficar comuns. O mundo terá que, obrigatoriamente, absorver planos ambientais mais efetivos, se não quiser ver de perto sua própria extinção. O protocolo de Quioto foi renovado, já é um começo, mas ainda estamos longe de um fim. Como postei durante essa semana, 2012 está aí. Teriam os Maias acertado?

3) Morte de Steve Jobs. Tudo que tinha para falar, já falei aqui. Um gênio.

2) A queda das última ditaduras: os regimes ditatoriais são "tão século passado". Já saíram de moda, mas alguns deuses de faz de conta continuam doutrinando seus povos na base de ferro e fogo. A tendência é a queda de todos, pois não vão aguentar o maremoto de liberdade que se assentou de vez na mente das pessoas. Não há mais espaço para regimes absolutos; há, sim, para a liberdade, pura e intocada.

1) A constelação chamada Barcelona. Poderia deixar algum assunto mais marcante para a primeira colocação, mas decidi relembrar um fato alegre. Além disso, gosto muito de futebol. Vou dizer, daqui a cinquenta anos, que vi esse time jogar. Maravilha!


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O Gato Gordo aproveita para saudar todos que participaram, de uma forma ou outra, do blog neste ano de 2011. 2012 vêm aí e teremos muito mais pela frente. Um feliz Natal a todos, cheio de paz e um ano novo maravilhoso, repleto de realizações.Tirarei umas férias. Não há previsão de volta, mas provavelmente não demorarei muito. Escrever é uma arte viciante. Pretendo descansar nesta última semana do ano e aproveitar alguns dias de janeiro para, então, reiniciar com tudo!


Um abraço e obrigado a todos!!!!!!


FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII...


... PARA O ANO QUE VEM!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

UM ANO PARA O FIM DO MUNDO

Fujam para as colinas. O fim do mundo está próximo e será, segundo interpretações, em 21 de dezembro de 2012. O que esperar dessa data? Teriam sido os Maias capazes de prever o que o homem moderno jamais conseguiu? O final? Muitas perguntas, nenhuma resposta. Isso está parecendo mais com aqueles padres que volta e meia aparecem dizendo que a hora do julgamento está chegando. Não sei o que pensar.

Vejam o que achei sobre o assunto dando uma pesquisada. Há todo um fundamento histórico ao qual não sou especialista, logo era melhor me socorrer de fontes externas:

"O Calendário Maia é dividido em ciclos de 5.125 anos e subdividido em 13 ciclos menores, chamado de BAKTUN. 1 Baktun equivale a 394 anos, ou seja: 144.000 dias. Para os Maias cada baktun é um ciclo de grande criação que interfere, alterna, modifica, o destino de todos que vivem nele. Essas inscrições maias aconteceram durante o Baktun 9 (435-830 D.C.) e foi no final dessa era que os grandes centros maias foram abandonados. Hoje estamos, conforme o calendário Maia, no décimo terceiro e último baktun (1618 D.C.-2012 D.C). O baktun que encerra o ciclo de 13 baktuns, no dia 21 de dezembro de 2012".

E a partir dessa data, iniciaria uma nova era cósmica, catastrófica. Um apocalipse ou um novo momento de compreensão? Minha maior pergunta, na verdade, é como um povo limitado pelo tempo conseguiu organizar um calendário tão extenso e atualizado como este. A precisão astronômica dos astros é cirúrgica trazendo, inclusive, a prerrogativa de ser mais atualizada que a nossa, de tantos anos depois. Profetizaram o que não veriam. Será que previram isso também? Estou me lembrando de algo que li em um livro certa vez, uns tais de deuses astronautas...

Foi difícil escrever essa postagem, pois não tenho opinião formada. Para mim vai continuar a mesma coisa. Os homens continuarão se matando, porém com o surgimento de novos motivos; o Corinthians vai continuar sem conquistar a Libertadores da América e o Gato Gordo continuará gordo. Vejam o vídeo abaixo e me digam alguma coisa!


FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

domingo, 18 de dezembro de 2011

MAGOS DA BOLA

Ao conversar com as pessoas mais velhas bate o saudosismo de que o futebol atual não pode ser comparado ao de antigamente. No passado, os grandes jogadores desfilavam lances de pura habilidade e a marcação não era tão ríspida. Concordo plenamente. Eram outros tempos. O esporte não era tanta mídia (saca, Neymar?) e o dinheiro era pouco. Antes de 2006, quando meu Inter venceria o mundial, pensava que havia uma diferença continental muito grande, em termos de valores financeiros, para times sul-americanos conquistarem a competição. Nós convivemos com as limitações e improvisações; os europeus escolhem o jogador que quiserem e trazem sem maiores dificuldades. Fui consultar o histórico do torneio e vi que, com a vitória de hoje do Barça, o desequilíbrio é equilibrado: 26 vitórias para as metrópoles; 25 para as colônias. Ou seja, eu estava enganado.

É possível sim nossos campeões vencerem os estrangeiros do templo do futebol. Muitos times já mostraram isto, tais quais São Paulo e Inter, recentemente. Mas aqui tenho de colocar uma vírgula. É possível, mas não contra o Barcelona, não contra este Barcelona. Esse é um time que faz jus ao que os jogadores do passado faziam, compilando habilidade pura, um jogo vistoso e uma mecânica que desafia a física. Se reclamam dos altos salários, estes jogadores fazem valer cada centavo, pois em um mundo onde o futebol é feio, destruidor, o Barça achou uma forma de deixá-lo bonito, espetaculoso, uma ópera em sincronia perfeita, regida por um maestro que é a grande revelação entre os treinadores dos últimos trinta anos.

O Santos de Pelé perdeu hoje. Quem dera o rei estivesse em campo, pois mesmo com ele, o Peixe teria que suar sangue para conseguir vencer o Barça. Tudo vem como uma lição. Espero, agora, que a explosiva imprensa contenha seus comentários endeusando Neymar e Paulo Henrique Ganso. Bons jogadores? Sim. Craques? Falta muuuuuito. Atiçaram tanto a comparação entre Messi e Neymar que foi até constrangedor observar o brasileiro estagnado em campo vendo o argentino fazer sua magia. Mais do que a torcida, nossos veículos de comunicação devem se reeducar. Chega de mídia externa ao campo. Com quem tal jogador está saindo, onde foi, o que fez ou, simplesmente, que ele é o melhor do mundo, sem testes de fogo. Tudo isso não interessa, depreda o patrimônio humano futebolístico; deturpa. Se quisermos recuperar a hegemonia do esporte, muitas coisas devem mudar, a começar pela humildade!

Messi é um craque. O Brasil não tem nenhum jogador que atinja tal categoria na atualidade. Se focarmos no campo, com menos mídia desprezível, aí sim teremos uma chance! Volta, Brasil!

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Ah, o Gato Gordo não perder seu elemento humorístico. Não posso evitar de colocar este vídeo. Trata-se do lateral esquerdo Léo, do Santos, presente no jogo de hoje, falando, após o título da libertadores, sobre o Barcelona. Impossível não esboçar um largo sorriso! OHOHOHOHOHOHOOHOH



HOHOHOOHOHOHOHOHOHOOHOHOH

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

DRÁCULA, O MORTO-VIVO

O jogo entre luz e trevas é um dos temas mais abordados entre os gêneros de romance e terror. Por diversas vezes os personagens encontram-se em uma encruzilhada extenuante para decidir o que fazer, seja certo ou seja por dentro dos abismos da escuridão. Drácula, de Bram Stoker, foi um dos primeiros livros a conseguir a manipulação quase que perfeita destes dois temas, chamando a atenção do expectador dentro de altas doses de adrenalina, salpicada em uma magnitude intensa de pensamentos (daquilo que é moralmente justo). Terminando-se o livro em uma semana, devorando-o, não seria incomum passar tempo igual digerindo-o, tamanha é carga interpretativa que a ficção encerra.


Mas hoje não estou aqui para falar de Bram, mas sim de seu sobrinho-bisneto, Dacre Stoker, que lançou, recentemente, a continuação do homônimo livro de 1888. Uma sequência bem recebida pelos fãs. Em um mundo onde a identidade dos vampiros está sob júdice, aparece uma continuação que resgata sua honra, tornando-os, uma vez mais, os mestres do terror, os senhores das trevas. Trata-se, na verdade, de uma retomada das origens do gênero, perdido entre histórias que mancharam sua dignidade, onde ocorreu a substituição da aura sangrenta por garotinhos de escolas, com maquiagens exageradas, e apaixonados por menininhas sem sal. A introspecção sobre os vampiros é una: sujaram sua imponência. Viraram motivo de piadas. Não mais.

O livro de Dacre Stoker se passa vinte e cinco anos após o original. Trata intensamente da repercussão que a história de 1888 garantiu aos personagens e como eles reagiram ao eletrizante embate contra o príncipe das trevas. Jonathan Harker, um dos heróis em questão, define os anos que sucederam:

“uma viagem aos Infernos, da qual nenhum deles regressou realmente.”

O principal elemento novo da trama, protagonista e fiel da balança ao longo do romance, é Quincey Arthur Jack Harker. O garoto, com os mesmos vinte e cinco anos passados, leva o nome de todos os heróis que lutaram a batalha final contra Drácula. "Com o nome, vem o legado". Melhor frase seria impossível de ser escrita sobre um personagem tão imaturo e intenso ao mesmo tempo. Um indivíduo cheio de dúvidas que nem imagina o conto de horror que precedeu seu nascimento. Em torno deste universo, o livro se sucede.

Muito mais do que uma ficção, Drácula traz a tona uma pergunta existencial. O que é o mal? Um questionamento plausível para respostas diferentes. No chocamos frente a duas versões: uma possível visão humana do rei dos vampiros, onde ele, na verdade, seria uma criatura não aceita, incompreendida, mas que deseja, ardentemente, recuperar sua humanidade perdida; a outra versão é mais simples, conhecida de todos. A noção do "diferente". O que foge a regra é a errado. Um demônio com boas intenções merece viver? Ou merece morrer pelos negativismos de ser um demônio? A carga que vem com o homem o define ou são seus princípios que julgam as diretrizes da obra? A corrente que prega isto, ao longo do livro, é a do grande estudioso dos vampiros, Abraham Van Helsing, principal rival de Drácula e fiel servidor de Deus. Van Helsing deixa claro que considera a maldição dos dentes caninos uma abominação a ser combatida.  Quem vence esse embate?

A narrativa é contagiante em terceira pessoa. Isto serve para dar uma amplitude maior aos personagens, em um jogo de cenas simultâneas. Os detalhes são tão meticulosos, por vezes sórdidos, onde somos capazes de gritar para o livro: "vai lá, herói, você consegue". A humanidade entre trevas é uma temática bonita. A questão das escolhas é revigorante, mesmo que sejam ruins, foram feitas e trazem resultados. Para a vitória final, sacrifícios são exigidos. E foram muitos ao longo das mais de quatrocentas páginas.

Apesar de tratar de criaturas das trevas, a história de Drácula é humana ao extremo. O novo livro foi uma homenagem a ficção de Bram Stoker, explorando detalhes não alcançados pelo primeiro. Por todos os pontos apresentados, "Drácula, o morto-vivo", é uma obra prima, revelando uma metáfora triste e apaixonante entre cinzas. Recomendo.

"Para todos os males, sangue é vida".

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Um novo quadro para o Gato Gordo. Irei desenvolver melhor a partir do ano que vem. Críticas literárias para o blog! Essa foi a primeira, mas pretendo me aperfeiçoar. Desculpem pelo texto grande, mas eles deverão ser assim.

BOM FINAL DE SEMANA!!!!!!!

FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

APRENDA A DANÇAR NA BALADA

Notem o bêbado caído no chão HOHOHOHOHOOHOHO


FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIAAAAAAAAAAAAA

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

[IMAGEM DO DIA] - IT BAZAR ESPECIAL DE NATAL

Vocês se lembram que já falei do It Bazar? Pois é, o evento está arrebatando multidões maiores do que Moisés ao atravessar o mar vermelho. O sucesso é tanto que acontecerá, no próximo final de semana, o maior de todos, com o dobro de lojas participantes. Vejam:



O Gato Gordo, evidentemente, estará lá para avaliar cuidadosamente os orgasmos consumistas. E você?

FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

UMA MULHER QUE NÃO VALE NADA

Existem histórias que são contadas de boca em boca, geração para geração ou, atualmente, de rede social para rede social. Algumas são engraçadas, outras nos chocam. Acho que não estou acostumado com algumas coisas que acontecem no mundo. Devo ter sido moldado como um jovem do século passado: esperançoso e respeitoso relativamente a questões elevadas sobre relacionamentos. Coisinha complicada, não? Principalmente para as lêndeas de cabeçinha fraca que se deixam levar exclusivamente pelos impulsos.

O resumo da história é o seguinte: havia um homem e uma mulher. Um casal de namorados. Ficaram juntos durante alguns anos, um brincando com a peteca do outro e ganhando memoráveis momentos. Aí terminaram. A ex-namorada, então, foi procurar capim em outros pastos. Relinchou até encontrar um novo cavalo que a sustentasse. E ela era uma potranca de ancas largas: fazia sucesso. O novo cavalo tratava-se de um puro sangue cheio de posses, mas era chato, subia no pedestal da arrogância e não conseguia ser suficientemente viril. Aí a "cavala" decidiu voltar para o antigo cavalo, não tão rico, porém de boa prole. Ficaram, nesta segunda tentativa, duas semanas juntos. Foram duas semanas intensas. Tentaram produzir, aloucadamente, um herdeiro, mas falharam. O cavalo aproveitou bastante e, quando cansou, mandou a "cavala" pastar. Aí o que a "cavala" fez? Voltou para o ex novo cavalo. Tal puro sangue, ainda, vem declarando para Deus e o mundo que a ama de verdade e, a todo o momento, espalha mensagens apaixonadas pela internet. É de rir ou de chorar? Trata-se de um indivíduo de coração bom ou um banana imbecil que não consegue ler minimamente as pessoas? Creio que já respondi HOHOHOHOHOH.

Ou seja, uma mulher devassa. Isso é normal? Na verdade é bem normal sim, mas ainda existem as princesas que se salvam. Conseguem imaginar a cabeça dessa garota? Ela terminou com um, foi para o outro, voltou para o um e, sem que o novo saiba o que aconteceu nas semanas que estiveram separados, reatou o namoro. E ainda tem recebido imerecidas homenagens, dizendo que ela é a escolhida, a "única mulher que pode fazê-lo feliz". Será que não pesa a consciência? Acho que sobre cabeças fracas um tijolo vira uma pena. Não conseguem constatar a realidade. Vai levar essa história, continuar se enganando, até ferir as pessoas que estão a sua volta. E aí? Bem, aí terminará sozinha.

FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

GABARITO DO DITADO

O ditado de duas semanas atrás...


...deixou a cabeça de alguns em ebulição. Palavras corretas e coloquiais juntando-se e causando uma grande confusão (até rimou). Aqui vai o gabarito.

1) Friorento ou friolento? = FRIORENTO

2) Resvalar ou resbalar? = RESVALAR

3) Ciclano, Cicrano, Sicrano ou Siclano? = SICRANO (palavra que vem do árabe).

4) Exitação, Ezitação ou Hesitação? = HESITAÇÃO

5) Assensorista ou ascensorista? = ASCENSORISTA

6) Pretensioso ou pretencioso? PRETENSIOSO

7) Mussarela ou Muçarela? = MUÇARELA (palavras do italiano com ZZ - Mozzarella - contraem-se e viram Ç no português. Portanto o correto é muçarela).

Meu mundo caiu para algumas. E para vocês?

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

PÁSSARO MENSAGEIRO

A gatinha acusava problemas já fazia algum tempo. Suas patas traseiras não representavam mais a mesma força e versatilidade de outrora. O prelúdio do fim, a morte ainda em vida. Um sofrimento deprimido sem a certeza do tempo o qual ainda poderia gastar seus últimos miaus. A dona sabia da situação, mas preferia pensar positivo. Essa era uma de suas características. Se chegasse a hora do animal de estimação, saberia que certas coisas são impossíveis de evitar. Doce mentira. Tentou de tudo, mas a gatinha se foi, partindo da vida para um lugar aonde as dores e as tristezas acabariam de vez.

A dona sempre fora uma mulher cética, comportamento herdado de sua mãe. Tudo acontece aqui e acaba aqui, não vai mais além. O erro encontra-se em ser absoluto, pois a vida pode nos surpreender. Certas vezes damos o braço a torcer a fenômenos que não sabemos explicar, mas que nos tocam. Coisas simples, que revelam detalhes de um sentimento vacilante, uma vontade mascarada de acreditar, mesmo que as crenças não se submetam ao que não é humanamente viável.

Naquela mesma caminha, onde a gatinha vivera por tantos anos, onde o sono fora mais pesado que morfina, onde a mesma girava em torno de seu eixo levantando a volumosa barriga para receber um confortável carinho; naquela mesma caminha, ela voltara. Não na forma comum, graciosa, bicuda, um pouco arisca para visitantes, não, mas dentro de um novo invólucro carnal, um pássaro sabiá. Um pássaro sabiá, das ruas, entrou na casa e pousou por longos minutos em um único lugar. Coincidência? Mesmo nas coincidências existem extensões de verdades ou estigmas de conforto.

A dona viu aquilo como uma pequena mensagem. No mesmo dia em que se fora, a gatinha voltara para dizer que ficasse bem, pois ela ficaria. Por instantes, pareceu ter encarnado em outra criatura, apenas para matar a saudade, apenas para dizer um "até outra hora". A emoção tomou conta, o ceticismo se foi, as dúvidas se foram. A despedida que jamais acontecera se consumou. Uma separação temporária, pois o elo jamais seria quebrado.

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Eu entendo como deve ser dolorosa a morte de um bichinho de estimação. Na verdade, deve ser como a perda de um membro da família. As pessoas se apegam a eles, depositam características suas. Mas a vida segue, não é o fim do mundo! Ficam as memoráveis lembranças, conduzindo-as sempre ao futuro. O importante não é saber como morreu, mas sim como viveu.

FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

EU, EU MESMO E MINHA VAGABUNDA

Desde sábado, desci um degrau na escala financeira me tornando um rapaz latino americano pobre. Literalmente pobre. Comprei um carro. Os anos de doação de esperma valeram a pena. Meus filhos ilegítimos pela cidade me deram quatro rodas. Mentira, não doei nada. A última boa ação que fiz foi aceitar o troco em bala ao comprar um cd falsificado. Sim, os graduados em Direito também burlam a lei.


Já era hora. Não sei, mas com o carro sinto estar mais bonito. O espelho nunca mentiu para um descendente italiano de toscanos com um metro e noventa de altura, porém agora a situação está se amplificando, com olhadelas descaradas da mulherada. A propriedade de um acelerador evita o taxímetro correndo. É caro, não vale a pena. E sempre tem o motorista desgraçado que puxa aquela folhinha desgraçada e diz, desgraçadamente, que o valor, pelo prefixo, ficou maior. É o km mais sustentável do mundo. Um litro de gasolina vale mais que ouro.


Na verdade, não creio que tenha sido claro, acho que fui exagerado. A postagem da segunda estava, de fato, envolta em um pouco de mistério. Agora vocês podem entender claramente. A Corça, mítico e veloz animal, inspirador do bom e velho Corsa, veloz e, agora em minhas mãos, mítico carro.  Foi um momento que jamais esquecerei. Tudo partiu de um processo linear entre passar de primeira na Auto-escola e pensar (muito) a respeito de quais quatro rodas vestir.


Meus limites se foram. Ou melhor, há limites sim. No máximo Santa Catarina, pois não gosto de viajar por longas horas. A diferença entre eu e o lendário Hércules aparece um pouco sobre isso. Ele teve que caçar a Corça até os confins do mundo. Eu a persegui até tirá-la do mundo das ideias de Platão, onde também se encontrava um Ford Fiesta. E assim se sucedeu. Gosto de chamar meu carro de "minha vagabunda". Um apelido carinhoso, mas que não vai pegar. Provalmente colocarei outro. Que tal o Corsa das rodas de bronze? Ah, mas minhas rodas não são de bronze. Pensarei em algo, garanto a vocês.

Por enquanto eu, o Gato Gordo e "nossa vagabunda" dizemos:

FOMOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOSSS

Obs: Recomendo o livro citado na segunda feira. Um prato cheio para quem gosta de mitologia grega. Falando assim, parece chato, mas cada trabalho de Hércules é uma lição mascarada, uma fórmula de vida e um sentido de retidão pura! Aproveitem!

[IMAGEM DO DIA] - RUBINHO X SCHUMACHER

GP de Fórmula Um.


FOI!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A CORÇA DOS PÉS DE BRONZE

Segundo o livro "As mitologias roubadas. Os 12 trabalhos", de Giancarlo C. Borges:

"A Corça vivia no Monte Cerineu, entre a Arcádia e a Argólida. Pertencia à deusa Ártemis, ou Diana, a quem fora consagrada como dádiva. Quando recebeu esta nova incumbência do rei Euristeu, Hércules ficara perplexo, Dessa vez, não se tratava de enfrentar nenhum mostro perigoso. Mas o trabalho era ainda mais difícil, pois este animal, além de incansável, podia correr com assombrosa rapidez. Seus chifres de ouro e cascos de bronze não se desgastavam nunca, e o herói deveria capturá-la viva. Caçou-a durante um ano cruzando terras brumosas e frias, vencendo campos verdejantes e ensolarados, e atravessando grande parte da Grécia antiga. No entanto, somente de vez em quando conseguia avistar o animal, e de longe. Assim que começava a perseguí-la, a Corça escapava a toda velocidade. Todavia, Hércules não desistia nunca, e continuava sua perseguição na neve, nos bosques de bétulas e por grandes descampados. Conta a lenda que ele permaneceu no seu encalço até o país dos Hiperbóreos, que ficava nos confins do mundo até então conhecido. Quando ele atravessava um rio na Arcádia, ele conseguiu finalmente alcançar o animal e prendeu-o em uma rede, sem machucá-lo. No retorno a Micenas, encontrou-se com Diana e Apolo, e percebeu que os deuses estavam irados com a captura da Corça. Hércules mostrou-lhes que o animal estava vivo e bem, e argumentou que tinha agido por ordem de Euristeu, apaziguando a ira dos deuses irmãos".


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Apenas para situar: Hércules, enfeitiçado por sua madastra Hera, assassinou sua mulher e filhos. Punindo-se intensamente, recebeu, do rei de Micenas, Euristeu, a proposta de expiação por seu delito, mediante a realização de doze trabalhos. Já falei, aqui no blog, de um deles: Hércules e o titã Atlas.


Hoje, por conveniência de minha realidade, posto sobre a Corça dos pés de bronze, outra de suas heroicas conquistas. Durante a semana explico o porquê.

FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

PLANTÃO GLOBO

Atenção! Continuem tentando fazer o ditado. Semana que vem postarei as respostas! Quero todo mundo participando! E hoje... um plantão Globo pouco convencional...


BOM FINAL DE SEMANA! Antecipem suas compras de Natal! Não deixem o trânsito da cidade um inferno faltando dois dias! HOHOHOHOH. Gato gordo e suas dicas indispensáveis.

FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

DITADO

Avançando no curso de português do CETEC/Porto Alegre, vejo como eu achava que sabia demais. Doce erro. Existem tantas regras e exceções na gramática que fazem fundir meus neurônios de vez em quando. Pensei piamente que meu maior problema no blog seria este, mas vi que as adversidades linguísticas podem não parar por aí. Hoje o professor Andresan, um ótimo mestre, diga-se de passagem, ditou algumas palavras para que testássemos nossos conhecimentos. Lembra-se da quinta série? Bem, o mesmo teste que foi atribuído a mim, compartilharei com meus leitores. Postarei, abaixo, algumas palavras com algumas possíveis grafias, corretas e incorretas.

Desafio meus seguidores a, sem olhar no Google, responder meu ditado! NÃO VALE TRAPAÇEAR! Postem suas respostas nos comentários.

1) Friorento ou friolento?

2) Resvalar ou resbalar?

3) Ciclano, Cicrano, Sicrano ou Siclano?

4) Exitação, Ezitação ou Hesitação?

5) Assensorista ou ascensorista?

6) Pretensioso ou pretencioso?

7) Mussarela ou Muçarela?

MAKE YOUR CHOICE!

FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

terça-feira, 29 de novembro de 2011

MANDAMENTOS DO BLOG

Em ordem de sempre fazer o Gato Gordo crescer, procuro me instruir nas matérias que abordo, aumentando meu leque de conhecimento. Já visitei uma grande quantidade de blogs populares e anônimos, de modo a observar se há um estilo chamativo de escrita ou algum assunto ao qual as pessoas gostem mais. Minhas conclusões? Em um mundo dinâmico, moderno, existem três requisitos para que um transeunte internético vá acessar o seu site, tais quais, estão em ordem de importância:

1) Erros crassos de português. Vira bloguicídio. Por vezes, aceitavelmente, acontecem alguns erros de digitação. TODO  grande site e, até mesmo, jornal impresso, sofre desse mal.

2) Tamanho do texto: a maioria lê sites pessoais no trabalho, logo o tempo a ser furtado com entretenimento é mínimo. Eu mesmo, muitas vezes, seguro na embreagem e aperto no freio quando vejo que estou abusando das palavras. No início me criticaram por isto, mas com o tempo me profissionalizei. Notem que todos os meus textos têm um estilo e tamanho parecidos, com algumas pequenas variações, é claro.

3) Conteúdo: se o conteúdo for bem administrado dentro dos requisitos anteriores, chamará a atenção de leitores.

Outro elemento fundamental é o que toca os devaneios do blogueiro. Existem muitas pessoas qualificadas, que possuem jeito com as palavras e as conjugam em um grau técnico impressionante, porém são poetas de si mesmas. É muito fácil juntar uma porrada de frases difíceis e montá-las em um texto esperando que façam sentido. Você poderia destinar o blog a este estilo de escrita, porém nem todos entenderiam. O segredo é ser claro ou variar com alguns textos mais complexos. Exatamente o que faço.

E lembre-se, a referência aqui não é exclusiva do Gato Gordo, mas de diversos sites da internet.

Aproveitem minhas dicas. E lembre-se: "as palavras são nossa inesgotável fonte de magia".

FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O HOMEM INDESTRUTÍVEL

O homem indestrutível era sozinho, abnegado pelas frases da vida. Já vivera milhares de anos, vendo todos os seus amigos e familiares morrerem. A queda de cada um foi uma dor intocada que pressionou o vazio no peito onde deveria haver um coração. Não havia. Apenas um buraco negro de emoções malfadadas e discretas. Queria amar, queria tocar, mas não sentia nada.

Do alto da colina, avistava o mundo. Decidiu se isolar da humanidade para evitar ataques de medo. Não pertencia àquele lugar. Ficava pensando em como teria sido se habitasse os campos férteis da mortalidade. A passagem é a coisa mais digna que sobrevêm à vida. É uma homenagem a obra, ao jeito, aos atos pelos quais os indivíduos serão lembrados. Não dispunha de tal privilégio. Estaria ali presente até que o sol explodisse e levasse o universo consigo. Não gostava, mas aceitava passivamente, como se esperasse fazer parte de um plano maior.

Certa vez apareceu uma pequena garotinha. Perdida na floresta, se separou dos pais. A primeira reação da menina foi a mesma de todos: um choque no olhar, como se alma tivesse sido sugada pela terra. O branco dos olhos tomara as pupilas até o cérebro se acostumar com figura isolada. Era apenas um homem, porém tragado pelo tempo e pela solidão. Não faria mal a ninguém, somente a si mesmo. A menininha se aproximou e tocou sua mão. Na face triste, algo que não sentira durante muito tempo: um sorriso. Discreto, mas suficiente. A mínima das criaturas capaz de quebrar paradigmas, a bela domando a fera.

A menina se fora, mas voltou ao longo dos anos até sentir o tempo chegar e depositar-se em suas feições. A jovialidade foi uma benção passageira substituída gradativamente pela experiência das interações. Morreria em breve, estava com câncer. O homem ensaiou tristeza, mas novamente seus sentimentos lhe falharam. Foi a última vez que se viram, mas lembraria dela para sempre, como o fez com tantos outros.

Lá o homem permaneceu. Viu o começo da lenda humana, viu as Cruzadas, viu de perto as pinturas de Da Vinci, viu Hitler espalhar o terror pela Europa. E nisso tudo, permaneceu sempre igual, negando, mesmo frente às dilações da história, mantendo os mesmos erros entre as épocas que se sucederam. E foi neste momento que entendeu seu propósito. Nunca foi exclusividade sua a repetição de atos e lamentação pelo passado. Ele era tudo, ele era todos. Ele seria quem somos, isolado no planeta, isolados no universo, para sempre.

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Eu pensei: e se uma única história fosse capaz de trazer diferentes interpretações? E se vários fatos, apesar de caminhos diversos, culminassem em um único fim? Quem é o homem, quem é a menina, quem é a história?

FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

BOM FINAL DE SEMANA!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

[IMAGEM DO DIA] - TARTARUGAS BIEBER

HOHOHOHOHOHO e a gente se diverte.



FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

GATO GORDO ENTREVISTA: GABRIEL GUIDOTTI

Hoje, com exclusividade, uma entrevista com o vencedor do prêmio Nobel de blogs em 2011: Gabriel Guidotti, a mente brilhante que deu vida ao presente site. Bem humorado, o rapaz respondeu algumas perguntinhas sobre a história e formulação do Gato Gordo. Lá vai!

1) Olá, Gabriel, tudo bem? Conte-nos sobre sua vida.

Gabriel: bem, por onde começar? Tive uma infância maravilhosa regada a desenhos japoneses e três meses de praia durante as férias escolares. Formei-me no Colégio Bom Conselho, onde passei momentos muito bacanas. Entrei na faculdade aos 17 anos e tomei meu diploma no início de 2011, em Direito.

2) Como o blog foi idealizado?

Gabriel: eu leio muito, entre 15 ou 20 livros por ano. Fora isto, estou sempre com algum jornal ou site aberto, de modo a me manter bem informado. Depois de escrever um emocionante discurso de formatura, decidi tentar. E deu certo. Produzo uma boa quantidade de textos. Só não escrevo todo o dia, pois isto cansa as pessoas. Então divido o espaço com recursos multimídia.

3) O que você acha das recentes declarações de Rafinha Bastos dizendo que "comeria o Gato Gordo e o bebê"?

Gabriel: em primeiro lugar, o Gato Gordo não possui filhos, apenas irmãos, tal qual é o caso do mais novo da família, o Gato Sedentário. Mas não gostaria de entrar em polêmicas. Rafinha é um adulto e sabe o que faz. Já destinei o ataque ao setor jurídico da Gato Gordo Corporation para as medidas legais cabíveis.

4) Há preconceito com o blogueiro?

Gabriel: no início, fiquei meio receoso, pois não sabia como as pessoas recepcionariam o blog. Será que gostariam de meus assuntos, de minhas opiniões? Tudo isso passou pela minha cabeça. Poderia ser uma exposição que traria reflexos negativos. Mas aí fui evoluindo e o pessoal acompanhou minha evolução. Assim, fui trazendo novidades e novos quadros para o Gato Gordo. Minhas visualizações são constantes e altas. Surpreendi-me com a procura e estou muito feliz com isto.

5) O Gato Gordo, recentemente, foi acusado de incentivar ditaduras. O que você acha disso?

Gabriel: bem, na medida em que o povão, castrado de sua capacidade intelectual, toma o poder que outrora pertenceu a ditadores, sabe  o que ele faz? Põe o Tiririca no comando! Ditadura ou democracia, o problema é o povo! Sempre! E os Illuminati.

6) E o coraçãozinho do Gabriel? Como anda?

Gabriel: (risadas). Sou um cara romântico. Na verdade, eu gostaria de sentir amor por todas as mulheres, mas meu irmão não me ensinou como.

7) Se eu tenho quatro laranjas e como duas, quantas me restam?

Gabriel: bah, eu sabia essa era com maçãs.

8) Notamos que você tem uma queda por fatos históricos. De onde saem histórias tão peculiares?

Gabriel: de tudo um pouco. Se me perguntassem qual seria meu emprego ideal eu diria: observar a história, porém sem intervir. Viajar no tempo sem o poder de mudar qualquer fato. Acredito que os acontecimentos da humanidade se repetem. Logo, se eu voltasse ao passado para matar Hitler, outro assumiria seu lugar. É um ciclo vicioso. Particularidades de hoje se manifestam já há 5 mil anos e isso nunca mudará, isso é ser humano!

9) Qual sua orientação religiosa?

Gabriel: a moda é dizer que não se acredita em Deus, sem argumentos ou lógica, mesmo que a maioria das pessoas tenha uma mínima formação religiosa. Creio que é uma forma de desafiar a própria divindade interior. Considero-me agnóstico, um meio termo entre o crédulo e o incrédulo. Não acredito que Jesus andou sobre as águas, mas não entendo como o universo pode ser infinito.

10) Ficamos sabendo que o Gato Gordo está abrindo uma instituição de caridade.

Gabriel: é verdade. A instituição Gato Gordo de caridade visa, primariamente, ajudar as crianças carentes e as mulheres de seios pequenos. Em um mundo desigual, porém cheio de cirurgiões plásticos, creio que são necessidades prementes.

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Era isso por hoje! Uma postagem velada em forma de entrevista! Um dia, quem sabe, entrevistarei o Gato Gordo himself. Aguardem!

FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

terça-feira, 22 de novembro de 2011

[IMAGEM DO DIA] - COCA-BOLA

Flamenguista e seu gosto suspeito. Ainda bem que sou Colorado! HOHOHOHOHO.

domingo, 20 de novembro de 2011

O MEIO CORROMPE

O mundo foi feito para a quebra de paradigmas. Superamos nossos limites o tempo inteiro visando circunstâncias melhores, pois esse é o caminho natural das coisas. A obra inteira de uma vida poderia ser resumida a únicos momentos que a fizeram valer a pena. Ensinamentos, quebra de ícones, a destruição da estátua do ditador que mandava na alma. Tudo vira aprendizado quando os fatos são as convivências, condensadas pelas síndromes de expectativas, frustradas, salpicando-se em decepção. Relações humanas.

Até pouco tempo atrás via coisas que não estavam lá, segredos diversos em minha mente que controlavam o impulso do leão adormecido que habita meu corpo. Visualizava meu potencial envolto em mistério, mas não sabia do meu real poder. Até que, bem, até que as máscaras caem, mas antes recobertas por falsas verdades que se jogam em um ambiente surreal, dançante e contagiante, onde todos querem tudo e nada ao mesmo tempo. O brilho de um lábio, o contorno colorido em volta dos olhos, o perfume inebriante da mulher, a sensação de fazer com que você seja o estereótipo do que os outros querem e não sua verdadeira essência, lacrada entre mentiras e escondida bem fundo nos porões do coração. Hoje vejo o mundo com outros olhos. A figura que você cria é uma ilusão de conceitos prevalecendo, muitas vezes, sobre a razão. Isto está errado, o fútil não conduz rumos, mas posterga dificuldades. Constatando essa situação é o momento pelo qual começa a virada. Muitas pessoas passam e deixam muito; outras apenas fizeram parte da jornada. Não há motivo para esquecer-se do que faz de você o melhor de todos, o melhor de tudo, o melhor de si mesmo: sua vontade de ser sempre o melhor.

O mundo está aí para quem o merece. É a hora de conquistá-lo. Obstáculos vêm e vão mas são contornados pelo poder da persistência e da maturação. Não se abata por aqueles que passaram, viva a vida segundo a segundo. Não tenha pena de si mesmo, mas sim daqueles que vivem sem amor e que jamais encontrarão as respostas que procuram. Aprenda com as experiências, reflita sobre o ciclo vicioso das emoções e lembre-se, o mais importante está aí dentro, não ali fora.

FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

ASSASSIN´S CREED REVELATIONS

Trailer deste sensacional jogo. O último capítulo da saga de Ézio Auditore da Firenze. Em breve posto a respeito!


BOM FINAL DE SEMANA!

FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

EMERGÊNCIA EM TUVALU

Os primeiros refugiados ambientais a que se tem notícia são os do povo de um pequeno arquipélago de 26 km², ao sul do oceano Pacífico, os Tuvalu. A Ilha de Tuvalu está localizada perto da Oceania, a uma altitude considerada baixa, de não mais que cinco metros acima do mar, e sofre com as alterações climáticas globais. O risco na ilha tem sido muito divulgado pelos ambientalistas como um prelúdio do futuro que espera nosso planeta em relação às emissões descontroladas de gases poluentes na atmosfera, o que causa o efeito estufa.


O aumento do nível dos mares, resultante do aquecimento global acabou por tomar parte da ilha, que possuía 11 mil habitantes. A situação configurou-se tão grave que o ACNUR (órgão das Nações Unidas para refugiados) teve que agir e criar um acordo com a Nova Zelândia no intuito de que o país recebesse as pessoas do arquipélago. Válido em 2002, o tratado determinava a inclusão de 75 indivíduos por ano no território vizinho. Preocupado com o número mínimo de pessoas ao ano que poderiam ingressar na fronteira neozelandesa, o primeiro ministro de Tuvalu pediu o ingresso a totalidade de seu povo no país. Com isso foi criado um fato histórico na humanidade: o que fazer com refugiados ambientais? A nova Zelândia, receosa de criar um precedente para si, aceitou a criação de um programa gradativo para a inclusão do povo de Tuvalu em seu país, todavia, deixou claro que não o fez em decorrência dos problemas ambientais, e sim pelo elo de origens que liga os dois povos. A ressalva tem lógica, afinal, nenhum governo quer virar salvador de todos os povos  alagados do planeta.


Tuvalu revela um desafio a comunidade internacional, pois levanta diversas perguntas sem respostas. Como ficaria a soberania do Estado-nação, após ser engolido pelo Pacífico? Qual seria o status desses refugiados ambientais nos países que os acolherem, considerando que não há proteção jurídica oficial que os proteja? Como garantir a nacionalidade desse povo, sem um Estado?

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Seria muito fácil, como eu disse na postagem de ontem, atacar a consequência e não a causa. Para a comunidade internacional bastaria retirar essas pessoas de seus lares e colocá-las em locais geograficamente sustentáveis. Mas aí fica a minha pergunta: e a cultura, como fica? Os locais sagrados, a terra onde este povo nasceu? Vão deixá-la ser tragada pelo mar? Eu penso se fosse comigo. Eu aceitaria que me dissessem para sair do Rio Grande do Sul? Deixar para trás o Beira Rio, a redenção, deixar para trás, enfim, minhas raízes? É uma situação muito difícil. Porém, enquanto estivermos falando do povo de Tuvalu, essa modificação será aceitável. O problema considerável somente aparecerá quando ambientes de países poderosos se estabelecerem insustentáveis.

Era isso. Encerro aqui o resumo do meu TCC, apresentado há um ano atrás. O problema do Direito é a frustração de não poder mudar o mundo, pois logo todos somos engolidos pelo sistema. Se valer no futuro, fiz um trabalho diferente que garante dignidade a aqueles que não a tem ou que perderam com o passar do tempo.

FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

ADVOGANDO POR VIDAS

Ao meio ambiente, seja nos casos de ação ou omissão atribuíveis a um indivíduo ou a um Estado, imputa-se a necessidade de equilíbrio dentro das relações humanas.  O espaço natural não é, portanto, a preocupação com a ecologia exclusivamente, mas também o nível de condutas humanas que a ela digam respeito. Nesse sentido: “Meio ambiente seria a interação do conjunto de elementos naturais, artificiais e culturais que propiciem o desenvolvimento equilibrado da vida em todas as suas formas".

Pode-se fazer a análise de três tipos de fenômenos ambientais. Os causados pela própria natureza; naturais, porém agravados por ações humanas corrosivas; e aqueles causados exclusivamente pelo homem. Este último é o mais importante, pois atribui responsabilidade por interesses e pode ser evitado. Qual é o melhor exemplo de alteração criada pelo homem? O efeito estufa, que aumenta as temperaturas terrestres através de mudanças na atmosfera. E aí eu faço uma singela pergunta. Quem suporta a alteração do estado natural? Os animais, as plantas? Também, mas principalmente as pessoas. Foi pensando nas pessoas que idealizei um trabalho sobre refugiados, buscando a ampliação da tutela dos mesmos.

Após a segunda guerra mundial, os países decidiram tentar salvar o que restou de humanidade dentro da própria humanidade, se é que me entendem. Vários documentos foram ratificados e alguns, criados, tal qual é a Convenção de Genebra de 1951 sobre refugiados. O texto, resumidamente, determina as condições do refúgio a todo aquele que "em razão de fundados temores de perseguição devido à sua raça, religião, nacionalidade, associação a determinado grupo social ou opinião política, encontra-se fora de seu país de origem". E foi só, parou por aí. Nesse momento entra em cena o meu TCC.

Durante a segunda metade do século XX frente a transformações no panorama mundial, apareceram novos motivos de refúgio. Minha lamentação, todavia, foi saber que a Convenção não foi atualizada concomitantemente, de modo que muitas pessoas que reúnem as condições do documento não possam receber sua proteção jurídica. Assim, para indivíduos que fogem de seus países por motivos naturais, não há lei que salve e muito menos interesse da comunidade internacional em que decisões positivas de refúgio entrem em suas pautas. São os refugiados, classes miseráveis, que trazem pobreza, doenças; são visitantes "inaceitáveis".

Dessa forma, as alterações do estado natural vêm causando novos problemas a serem resolvidos pelo direito, dentre eles, destacam-se as vítimas de catástrofes, que geram fluxo maciço de migrações ao redor do mundo. A maior discussão, nesse sentido, seria no tocante a vidas que se tornam insustentáveis frente a um ambiente degradado, vidas que não possuem proteção jurídica internacional. Como fica a situação de quem não é definido como refugiado frente aos Estados e a comunidade internacional?

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Sem me estender mais, esta é a síntese de meu trabalho. Não foi fácil resumir os principais pontos de um polígrafo com 70 páginas. Poderia falar muito mais, mas aí o texto ficaria chato e esta não é a dinâmica do Gato Gordo. A única coisa que pode ser lembrada, para concluir, é que advogar em favor de vidas é algo louvável, mas ao mesmo tempo uma difícil missão. O mundo vai esperar os refugiados ambientais, emergentes do colapso natural, se tornarem uma massa considerável e aí sim tomará alguma atitude, quando, penso, será tarde demais para muitos. Esse é o estigma da humanidade: o ataque à consequência, não a causa.

Era isso. Amanhã finalizo a semana acadêmica do Gato Gordo com os Tuvalu, os primeiros refugiados ambientais a que se tem notícia. Uma postagem que vale a pena.

FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

KYOTO VAI RUIR

O protocolo de Kyoto é um tratado internacional que regula compromissos efetivos para a redução da emissão de gases que causam o efeito estufa na atmosfera. Apesar de aberto para assinaturas em 1998 só foi ratificado para vigorar em 2005, após a inclusão do fortíssimo pólo industrial russo. O documento acabou sendo assinado por 141 nações, mas apenas 30 se submeteram a objetivos específicos. O Brasil, por exemplo, por ser considerado um país em desenvolvimento, não teve que se comprometer a metas.

O principal aspecto do tratado é o preceito da responsabilidade comum, porém diferenciada, ou seja, isso significa que todos os países possuem uma mínima importância no que toca a preservação do ambiente, todavia aos mais industrializados fora atribuída a obrigação mais relevante sobre redução das emissões. Foi aí que começaram os problemas. Aos signatários mais poderosos ficou uma responsabilidade que não desejavam pagar, pois, atualmente, reduzir a carga industrial para preservar o ambiente significa perder dinheiro. Usando como base este argumento, os Estados Unidos, responsáveis por cerca de 36% da emissão global de dióxido de carbono na atmosfera, não assinaram o tratado, indicando não haver razão na exclusão dos países em desenvolvimento. Tais países, em réplica, arguiram que as medidas do protocolo poderiam gerar a estagnação de suas economias, já prejudicadas historicamente pelas antigas metrópoles.

Resumidamente, é o que consta no meu Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado ao final de 2010. Meu vitorioso 10 foi suficiente para mim, mas não para conscientizar o egoísmo financeiro dos países. Creio que os argumentos de, sintaticamente, "não querer perder dinheiro" são justos. Este é o objetivo das nações, prover recursos aos seus contribuintes. Mas não é de uma guerra de mercado que estamos discutindo, é do mundo. Falo de, agora, 7 bilhões de vidas que podem ficar ricas, mas dentro de um planeta devastado pelas alterações naturais provocadas pelo homem. Do que adiantará o desenvolvimento?

A situação é alarmante. Decidi postar sobre esta questão visto a notícia do site Terra: "Se a gente falhar com Kyoto, será uma catástrofe", diz ambientalista" que indica estar chegando 2012, a data limite do documento e nada vem sendo avaliado para sua renovação. A cada novo encontro para a discussão do tema, os ambientalistas e participantes de ONG´s saem cada vez mais decepcionados, pois verificam não haver conscientização em relação a dramaticidade dos dados e das previsões.

Os meros 2 graus que deveriam ter sido evitados  ficarão pelo caminho. Tal dado é considerado o limite do aquecimento global. O Protocolo é falho, mas é o que temos. Ao final do ano que vem apenas se verificará o controle de metas, mas não há qualquer órgão que cobrará explicações aos que não atingiram o percentual mínimo. E sabe qual é o resultado disso tudo? O assunto do meu TCC: "refugiados ambientais". Deles falarei na quarta. A única coisa que posso adiantar é que são as primeiras vítimas. Primeiro refugiados, depois, quem sabe, a humanidade inteira?

Ah, e aqui o link da notícia para quem se interessar: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5466613-EI238,00-Se+a+gente+falhar+com+Kyoto+sera+uma+catastrofe+diz+ambientalista.html

FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

A DECADÊNCIA DO BOXE

Os seres humanos, desde tempos primitivos, apuram por entretenimento pessoas se digladiando em um campo de batalha. O esporte, é claro, foi evoluindo, pois se assim não fosse, veríamos verdadeiros gladiadores contemporâneos matando e sendo mortos. As regras endureceram e primam pela emoção, resguardando a segurança mínima dos atletas. Lendo sobre a morte de Joe Frazier, figura lendária do boxe, minha primeira pergunta foi: quem? Tendo seu auge nos 70 e considerando que sumiu da mídia após sua aposentadoria e, considerando ainda, que não sou um grande fã do esporte, creio que o pronome relativo justifica-se. Mas nunca é tarde para descobrir a história, pois ela sempre permanece viva e pode ser revista quantas vezes forem necessárias. Foi o que fiz e gostei do que vi.

Mohamed Ali era o Anderson Silva do boxe: um grande campeão. Não perdia para ninguém e humilhava seus adversários com uma técnica incrivelmente apurada. O lutador sabia de sua qualidade e pensou, seriamente, que jamais seria derrotado. Em 71, todavia, na chamada "luta do século", em extenuantes 15 assaltos, Ali foi ao chão com um cruzado de direita de Frazier. Esta seria a maior glória do falecido pugilista, pois viria a enfrentar o mesmo rival mais duas vezes, e perderia as duas. Resumidamente, foi o que aconteceu.

Iniciando uma comparação entre as duas modalidades de luta atuais, boxe e MMA, vejo que o primeiro entrou em uma decadência pura. Não se transmite mais boxe, falta técnica, alto nível e o mais importante: faltam ídolos. O fim do esporte jamais acontecerá, mas veio, em substituição, uma nova visão da luta onde um atleta pode se tornar mestre em diversas áreas de combate ao mesmo tempo. Será a mais justa, ela traz uma lição? Meu entendimento do pugilismo é um pouco atrelado a Rocky Balboa, um lutador limitado que se tornou um grande campeão por pura raça, aguentando rounds cansativos, recebendo pancadas e convivendo com elas, tornando-se cada vez mais forte. Muitos lutadores foram assim, inclusive o grande inspirador do personagem, Rocky Marciano, morto em um acidente de avião. Por que acabou? Muito antes do surgimento da luta livre já não havia mais interesse, me parece. Além dos argumentos anteriormente citados, será que as pessoas cansaram? A luta ficava monótona pelo tempo passando e nenhum adversário tomar a iniciativa? Não sei, só entendo que o boxe está morrendo. O novo sobrepõe o antigo, essa é a ordem natural. Quem sabe se, no futuro, não veremos robôs lutando entre si substituindo o trogloditismo?

ERA ISSO POR HOJE!

FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

IRMÃO TROLL

HOHOOHOH. Meus irmãos devem ter lembranças, pois eu era bem assim!



FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

terça-feira, 8 de novembro de 2011

A MÃO DO DESTINO

Conforme o destaque que dei a semana passada inteira, o It Bazar, evento destinado ao público feminino, ocorreu no último sábado. É sempre bom para o ego masculino ver um monte de mulheres bonitinhas, gostosinhas, tchuki tchuki enlouquecendo por compras, gastando o salário em produtos que lhe deixarão cada vez mais bonitas e mais pobres concomitantemente. Agora vejo como ser mulher sai caro, pois sempre falta algo. Deixar aquele acessório para trás é como se fosse abandonar um querido amigo alvejado pelos balaços inimigos na guerra. Em vista disso, afirmo com todas as letras: ser homem é mais prático HOHOHOH. Curiosamente, após a forte mídia do Gato Gordo, a participação das pessoas nesta edição superou a de seus antecessores. Coincidência? Não acredito nisto. Acredito nas pessoas certas nas horas certas.

Qual a maior prova que poderia fornecer da última frase no parágrafo acima? Bem, preciso falar de um fenômeno que aconteceu no sábado, algo que mudará os rumos de minha vida. Eis que voltava da academia, em direção a minha casa para, então, destinar-me ao It Bazar. No chão, empoeirado por terra e perto da maior b***** de cachorro que já vi na vida, recebi uma mensagem dos céus. Vejam com seus próprios olhos.


Sim, meus leitores, sim. É isso mesmo que vocês estão pensando. Fui abençoado com a "mão do destino". Objeto lendário criado apenas em minha mente. Senti-me, naquele momento, como Thor recebendo o martelo Mjolnir ou Arthur, puxando a espada Excalibur da pedra. Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades. Aquela singela pecinha me foi atribuída para que eu espalhasse sua divindade pelo mundo. Bem o fiz. No It Bazar,  me posicionei a tocar os produtos de modo que virassem ouro e gerassem sucesso as vendedoras. Se você é tocado pela mão do destino, não precisa fazer mais nada, pois a natureza agirá por conta própria.

Algumas entraram na brincadeira. O poder do místico objeto não pode ser ignorado. Boas risadas foram proporcionadas. O futuro? Esperemos os resultados. Das duas uma: ou saberei que a peçinha foi um presente dos deuses ou chegarei a singela conclusão de que não passa de um braço quebrado de algum boneco feito com material muuuuito vagabundo.

Todos os seguidores de meu blog considerem-se tocados pela "mão do destino". Ela é tão poderosa que não pode ser escrita sem aspas... HOHOHOHOHOHOOHOH

FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

PROBLEMAS

Eu devo transparecer segurança. De fato, os outros não precisam saber de meus problemas, mas sim, tenho alguns, como toda a pessoa. Já me chamaram de misterioso por não revelar certos detalhes de minha vida. Não entendi. Sou um cara transparente até demais, só que extrapolo as informações aos poucos, de gota em gota desta torneira que é a vida. Todavia este não é o assunto a que quero chegar. Minha confiança às vezes é compartilhada por outras pessoas. Pessoas que possuem seus problemas e vêm atrás de mim falar dos mesmos. Não sou psicólogo, talvez nem seja o melhor referencial do mundo, porém faço minha parte.

O roteiro que tenho é minha própria existência. Tento ajudar conforme o que ela me disse ao longo do tempo. É verdade, também me espelho em outros grandes homens, para citar: Stauffenberg, Churchill e Corte Real. Porém eles já se foram e viveram uma realidade diferente. Eu sim estou aqui e me vejo de frente para com um mundo novo: o da perfeição. Tem sido cada vez mais fácil demonstrar felicidade através de palavras vazias, mas elas demonstram a pureza do coração? Lá sim, reside a verdade, e uma inevitável verdade, qual seja, nossas intenções, estas sim revelam quem somos. "Meu namorado me traiu", "estou muito gorda", entre tantos outros exemplos. O que eu digo para eles? A culpa é tua. Se traiu, não amava, se engordou, foi irresponsável. Parece intolerante, mas trás resultados. De uma coisa, no futuro, jamais poderão falar de mim: "não foi por falta de pensamentos que este homem morreu". Se tenho um problema, vislumbro os mecanismos para solucioná-lo, mesmo que demore até a idéia se tornar em uma atitude. Estou sempre pensando. Pensar faz bem demais, mas é uma atividade naturalmente solitária e exige muita cautela.

O problema de todos é que existem pessoas melhores. Tudo conjecturas mentais, pois essa frase é falsa. Se a vida não vai conforme as circunstâncias do que é socialmente digno, está errada. Vejamos um belo exemplo: Facebook. Um patamar de beleza, uma patamar de sociabilidade, uma exibição mútua de detalhes que amplificam o ego e tornam todos os outros em meros imperfeitos. É fácil ser divertido, é fácil ser lindo, mesmo que a realidade grite para coibir esta mentira. Os relacionamentos deviam durar mais antigamente, pois não havia tantas redes sociais. Hoje em dia, se termina o namoro, a primeira coisa que se faz é exibir-se com a mudança do status: "solteiro". Patético.

Nos dias atuais, há uma vacância de amor próprio, os outros precisam saber de tudo. É assim que o circo anda e, em minha opinião, quem joga para os outros, não guarda nada para si.

FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

BOM FINAL DE SEMANA!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

TODOS CONTRA BIEBER

Valeu, pessoal! Já era hora!


E o meu favorito. Obrigado professor Severo Snape, da saga Harry Potter.


FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

GATO GORDO ENTREVISTA: MARISTELA DE SOUZA

Conforme prometido na postagem de ontem, hoje uma entrevista com Maristela de Souza, uma das diretoras do evento It Bazar:

1) Olá, Maristela. Conte-nos sobre o It Bazar e o que a mulherada vai encontrar exatamente por lá.

Maristela: Desta vez a mulherada terá um atrativo a mais, que é a presença do Gato Gordo..ehehhe. Bem, a ideia do It Bazar surgiu de forma meio despretensiosa, em uma conversa simples do dia a dia quando eu e a Hingridi nos demos conta de que conhecíamos pessoas que confeccionavam e vendiam produtos muito bacanas, mas apenas para conhecidos. Eu, além de gerenciar a marca e me envolver em todo o processo de produção, também era a pessoa responsável por vender as bolsas Donna Guerriera; ela vendia as lingeries da Nalu Store juntamente com a Gabriela, Dóris, uma outra amiga, que confeccionava acessórios incríveis. Estávamos sempre falando de moda, tendências, novidades, comprinhas, essas coisas que animam qualquer mulher. Você nunca vai entender, mas uma tarde de compras com as amigas pode resolver qualquer problema...ehhehe. Foi aí que tivemos a ideia de reunir marcas diferentes e criar o It Bazar, com a proposta “produtos legais, preços especiais e pessoas divertidas”. Bem, mas se você deixar eu vou passar horas falando sobre isso, então vamos ao que interessa. Na 3ª edição a mulherada vai encontrar bolsas, pijamas, lingeries, biquínis, sexy lounge, brechó, exposição de fotografias, maquiagem, acessórios (colares, anéis, brincos, pulseiras), e camisetas customizadas. Além de tudo isso, terá um espaço bem legal pra colocar o papo em dia, tomar um bom chima e um cafezinho. 

2) O It Bazar possui algum site para a divulgação de informações?

Sim, temos o blog do evento: 
http://itbazar-poa.blogspot.com/

e também uma página no facebook: https://www.facebook.com/update_security_info.php?wizard=1#!/pages/It-Bazar/264054453610272 onde normalmente são divulgadas nossas promoções.

Agora na 3ª edição estamos sorteando R$ 400,00 em compras no próprio bazar. Como os precinhos são bem especiais, dá pra comprar muita coisa com este valor. Mais informações do evento: https://www.facebook.com/update_security_info.php?wizard=1#!/event.php?eid=250665448318902

 
3) Vocês, ascendentes no mercado, entendem que o publico feminino se prende por marcas ou está avaliando empreendimentos menos afamados?

Maristela: O público feminino é exigente! Nós queremos sempre o melhor produto e se este vier com o melhor preço, será motivo para virarmos clientes fiéis. Há alguns anos, com certeza, teríamos uma barreira muito maior, mas hoje, as mulheres querem novidades. É muito legal chegar para uma amiga e contar “descobri uma nova marca de bolsas, lindas e maravilhosas e com um preço bem justo, coisa phyna”. É claro que nós sempre temos aquelas marcas queridinhas, que amamos muito, mas também temos espaço para novos amores. Se o produto for de qualidade com certeza conquistará muitas mulheres.

4) Vende teu peixe. Passa as informações que julgar necessárias para o acesso do público.

Maristela: Já falei tanto ehhehe. Ninguém gosta de posts muito longos. Como quero que as pessoas leiam a entrevista até o final, vou ficar por aqui mesmo, apenas deixando a dica de que o It Bazar é um evento que vale a pena conferir, é diferente de todos estes bazares famosos porque você vai encontrar diversos produtos que não são vendidos em shoppings e sem contar que o ambiente é planejado para as mulheres ficarem muito à vontade. Será uma experiência de compra diferente. Quem foi à 1ª edição acabou virando fã do evento, apareceu na 2ª levando várias amigas e já confirmou presença na 3ª!! Era isso, apareça por lá porque vai ter um monte de mulher bonita  explodindo em orgasmos consumistas e alucinando-se pelas compras ehehhe.

ERA WILSON! APAREÇAM POR LÁ!

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