domingo, 29 de maio de 2011

COMO SUFOCAR UMA MULHER

Até o anticristo ama. Pelo menos é o que a história nos garante. E sabem quem foi o portal amoroso de Hitler? Angela "Geli" Raubal. Quem?

Antes de sua eterna esposa, Eva Braun, Hitler andou revirando o canteiro de outras propriedades. Mas quem foi Geli Raubal? Quais eram seus medos? Onde gostava de sair? Quantos seguidores tinha no Twitter? Pouco disso você saberá, pelo menos não pelo Gato Gordo. Afinal, o blog serve para minimizar e informar dinamicamente as histórias quentes. E essa é bem quente.


Bonitinha ela, não? Hitler também achou. O ditador relinchava de paixão. A bizarrice fica em torno do fato que os dois eram unidos por um relativo laço sanguíneo. Afinal, Geli era filha da meia irmã de Hitler, também chamada Ângela Raubal. Eca. Não tente cruzar pinguins com garças, é nojento.



Mas a paixão era possessiva, irracional. Um prelúdio do que seria o terrível governo nacional socialista, porém 15 anos antes. Amizades? Nem pensar. Sair de casa? Nem pensar, não sem o tio. Sessões sexuais sadomasoquistas? Poooodiaaaa. Mas esse último aspecto não é certo. Dizem as más línguas que Hitler sofria de "urolagnia", situação na qual a pessoa só obtém prazer ao urinar ou ver outras pessoas urinando.

Frente a este cárcere privado, a garota ficou depressiva, pensando diversas vezes na morte. Seu destino não foi muito diferente dos judeus nos campos de concentração, pois apesar de ter tomado o caminho do suicídio, ela foi morta pela opressão de Hitler. O ditador permaneceu vários anos em profunda tristeza pensando no fato. Quis seguir o caminho da amada, mas amigos de partido o demoveram da ideia. Relatos indicam que até o início da segunda guerra mundial, Hitler ainda passava as noites de Natal do quarto de Geli, observando seus retratos, cheirando suas roupas.

Um fato que, sem dúvida, ajudou a libertar o monstro.

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